Por que começar a criar? E por que fazer isso quando ninguém vai ver?
Uau, ok, já começamos assim? Não vou ser dramática, sei que você tem amigas, família, um pet, qualquer pessoa que vai adorar saber sobre o que você cria. Mas a resposta não é só essa, e sim…
Porque não é para mais ninguém, é para você.
Sim, eu entendo; todos nós temos essa necessidade de sermos vistos. É bom ser reconhecido, é bom ser famoso e é bom ter toda a validação que vem com isso. “Mas você faz isso há mais de dez anos e continua.” Bem, você sabe por que começou seu blog, por que começou seu canal no YouTube e por que continua fazendo isso agora, então deve ter um motivo além do reconhecimento…
Pessoas criativas têm esse pequeno mundo dentro de suas mentes. É como um relógio fazendo tique-taque, dizendo: “Eiii, você não tem mais tempo! Por que está apenas sentado aí? Vá criar algo!” E você precisa fazer isso, já que, se não fizer, vai enlouquecer.
Um exemplo: por que eu (Liv) comecei a escrever? Alguns personagens malucos ficavam surgindo na minha mente, implorando por permissão para nascer. Eu pensei: “Meu Deus, eu preciso tirar isso da minha cabeça o mais rápido que puder!”
Escrevo histórias, romance, drama — tudo. Faço isso hoje mais do que nunca. Sim, “criar arte para expressar o que não conseguimos verbalizar” é um clichê, mas não se trata apenas de se expressar; trata-se de urgência. Você cria porque tem que criar.
E sobre criatividade, todas pessoas são obcecadas por tópicos diferentes e desejam fazer algo sobre isso, não apenas estudar (o que é ótimo, porque ninguém fica entediado, sempre há algo novo para aprender). Talvez você seja louco por livros clássicos, moda ou filosofia. Você faz isso porque ama.
Então, por que estou começando esta página no Substack? Vou explicar um pouquinho além do óbvio:
Passei boa parte da minha pré-adolescência com um blog (que ainda existe e também vou deixar meus textos lá, aliás). Depois que entrei no ensino médio e, eventualmente, na universidade, meu foco virou outro. Passei a escrever livros originais e fanfics, o tempo diminuiu, e a inspiração também. A gente sabe do que gosta de fazer, mas a vida adulta não deixa ninguém respirar direito.
Enfim, a ideia de ter uma página onde pudesse me expressar sempre transmitiu a “vibe” de jornalista de moda. (Moda eu fiz; Jornalismo… quem sabe um dia). Após concluir a graduação e continuar com projetos de ficção originais, cada vez me descobri querendo me reconectar com o que a Liv de 11 anos amava: escrever ideias fora da fantasia. Eu falava sobre meus livros e filmes favoritos, analisava álbuns de música e até fiz homenagens a séries que amava e mudaram minha vida (Gilmore Girls, por exemplo).
Tudo sempre acaba voltando pra nostalgia, né? Não importa o quanto você goste de algo hoje, sempre acaba voltando ao conforto do passado. Por isso, decidi continuar a escrever para colocar as coisas para fora e compartilhar meus pensamentos com o mundo: vocês, amigas, nesse caso.
Não sei se posso te chamar de amiga (o), desculpe qualquer coisa!
Quero um lugar onde as pessoas possam ler meus pensamentos e onde possamos conversar sobre como tudo está conectado. Quero falar sobre moda e como você pode encontrá-la em filmes, na cultura pop e nos livros.
Não vou apenas recomendar cinco livros de que gosto e pronto. Quero mergulhar fundo. Por exemplo, posso falar sobre Os Três Mosqueteiros e destrinchar tudo: a adaptação cinematográfica, como o cenário do século XVII influencia a escrita e como a Moda está entrelaçada na história. Tudo está conectado.
Se tem uma coisa que amo fazer é pesquisar e escrever. Quem sabe um dia isso não dê uma volta e se transforme num Mestrado (S.O.S) (seria incrível).
Espero que possamos nos divertir, explorar a beleza do conteúdo e nos tornarmos mais felizes e mais espertas juntas.
Obrigada!



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